
Cupid
Não assisto mais televisão.
Ok. Estou exagerando. Mas é quase isso.
Não assisto mais o SBT, ou a Record (salvo o jornal do Boris – se estiver no ar quando eu for dormir). Na Band, só o futebol (quando não há outra opção!) e o CQC (quando lembro...) e na Globo umas poucas coisinhas durante a semana.
Eu diria que, na média, não vejo uma hora de Tv por dia.
Alguns anos atrás isso seria impensável. Com uma carga menor de responsabilidades, tinha muito mais tempo para tudo. Tv, cinema, livros, escrever, etc.
Mas em compensação acompanho algumas séries americanas muito boas... todas por download.
Alguns dias atrás, vi um teaser de uma nova série que iria estrear na ABC.
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Cupid
Isso mesmo, cupido.
O mote da história é um pouco repetitivo. Lembra o Don Juan interpretado por Johnny Deep no cinema, bem como uma outra série cancelada anos atrás e que também se chamava “Cupid”. Loucura, literatura (neste caso, mitologia) e bons atores.
Só que desta vez funciona...
Ao invés de uma Psiqué (amor maior do deus na mitologia), teremos uma psiquiatra (bem sacado, não?!) que irá acompanhar os passos deste “deus menor” (filho de Afrodite e Ares, lembram?!) castigado a reunir 100 casais sem a ajuda de seus poderes, inclusive o arco e a flecha, para poder retornar ao Olimpo.
O cenário de fundo é NY. E cada episódio, ao que parece, é um prato cheio para os românticos de plantão (em especial, a trilha sonora e os gestos românticos sugestivos...).
Só para ficar no primeiro episódio, alguns “momentos”:
1 – vale a pena fazer loucuras por algo/alguém que nem sequer se conhece?
2 – pode o amor começar através de um sentimento menor? Pena? Inveja?
3 – ser corajoso no amor, significa deixar a razão de lado?
4 – você realmente está disposto a dar uma chance ao amor?
5 – muitas vezes o amor que procuramos, não é aquele que fará nossa felicidade.
6 – não é preciso ser um deus para ver que no amor há magia...
7 – “The world felt the tremor, anda the darkness was pierced” (numa tradução livre deste que vos fala: “O mundo sentiu os tremores (do amor) e a escuridão foi trespassada”).
8 – num jogo com as palavras acima grifadas, o anjo adota o nome de Trevor Pierce;
9 – adoro seriados com mensagens escondidas, referências veladas, insinuações... (não vou contar todas, mas ainda no hospital, numa das primeiras cenas, um dos médicos chamados no sistema de som se chama “Marte”).
10 – os atores principais (Bobby Cannavale e Sarah Paulson) são daqueles atores brilhantes cujas carreiras foram construídas na Tv americana, sem grandes chances no cinema. Estão perfeitos.
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Dois episódios apenas.
Indico.
Principalmente para aqueles que não se cansam de acreditar.
Assim como eu.
Beijos e abraços,
Antônio J. Xavier
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P.S.: Algumas das idéias que hoje temos sobre o amor podem até ser uma invenção do século XIX. Mas o sentimento, eu aposto, é anterior ao big bang...
Em breve coloco aqui os links para download... se vcs assim desejarem.
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Editado em 14.04.2009, 23:00hs.
P. S. (2): Seguem os links para downloads dos dois primeiros episódios de Cupid:
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P.S. (3): Sandra, minha querida amiga palestrina... gostaria muito de responder aos seus comentários, mas seu perfil no blogger está bloqueado e vc não tem deixado e-mail para contato...
Ainda assim fico imensamente grato com o carinho viu?!
Saudações alviverdes a você... bjinhos!